Paróquia

Nossa Senhora das Graças Araraquara - SP

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Notícias da Paróquia › 28/10/2019

Há um ano… partia nosso Santinho! Já na terra, um sabor de paraíso…

“A santidade constrói-se no tempo. Ninguém conhece a própria
santidade, nem muitas vezes a dos outros, enquanto estiver em vida.
Somente quando a alma completou o seu percurso é que revela ao mundo
o desígnio que DEUS tinha sobre ela.” (LUBICH, 1972, p. 93).
A morte é mesmo um ladrão. Todos sabíamos que Pe. Antônio Desan, tal qual uma vela, estava se apagando devagarinho. Mas a notícia de sua partida não queríamos ouvir. Mas ela se fez. Partiu, conversando anjos que ninguém conversa, como diria Drummond.
Invariavelmente, quando encontrávamos Pe. Antônio, eu tinha a mania de
chamá-lo “nosso santinho”. Ao que ele sempre respondia: “Eu, santinho…
santinho só se for do pau-oco.”
Mas, se até então ele não se achava santo, agora, toda a comunidade de N.
Sr.ª das Graças / das Dores o consideramos. Assim, estando ele ao lado de
DEUS, intercederá por todos aqueles que o amavam, aqui na terra.
Tudo já foi dito sobre Pe. Antônio. Por esse motivo, dou voz a Lubich (1972, p. 67 – 68):


Lançados ao infinito…
Os santos são gigantes
que, vista no Senhor
a própria grandeza,
por DEUS arriscam, como filhos dignos,
tudo o que possuem.
Dão sem pretender.
Dão a vida, a alma, a alegria, todos os laços terrenos, toda a riqueza.
Livres e sós,
lançados ao infinito,
aguardam que o Amor os introduza
no Reino eterno. Mas, já nesta vida
sentem encher-se de amor o coração,
do vero amor, do único amor
que sacia, que consola;
daquele amor
que fere as pálpebras da alma
e doa lágrimas novas.
Ah! Homem algum sabe o que é um santo.
Deu e agora recebe;
e um fluxo incessante
passa entre Céu e terra,
liga a terra ao Céu,
manando dos abismos
inebriante seiva celeste,
que não para no santo,
mas passa sobre os cansados,
sobre os mortais,
sobre os cegos e paralíticos de alma,
e rompe, e orvalha,
e alivia, e atrai, e salva.
Se, queres saber do amor, pergunta ao santo.

Foto – Alice Andreia

Todos aqueles, que tiveram o prazer e o privilégio de conviver com Pe.
Antônio, reconhecem que, mesmo em vida, ele assim se parecia.

IMAGINEM AGORA…

Carlos / Terezinha Bellote Chaman (Pascom Nossa Senhora das Graças).

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